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David Kerr, jazzista paulistano, se apresenta em Campinas

O cenário musical de Campinas teve um convidado especial na tarde do dia 10/11, onde David Kerr, ícone do cenário Jazz paulista, se apresentou em conjunto com a Banda Canastra Combo na concha acústica localizada dentro do parque, em evento com entrada livre ao público.

Essa foi a quarta edição do evento Música na Praça,  realizado uma vez por mês no local por intermédio do ProAC (Programa de Ação Cultural) da Secretária de Estado da Cultura com o objetivo de aproximar o público frequentador do Parque ao estilo Big Band, muito popular entre os anos 20 e 50 e que se caracterizam pelo estilo clássico, onde saxofone, clarinete e trompete marcam presença.

 

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Como começar a aprender idiomas?

Quais os cuidados que devem ser tomados na hora de procurar um curso ou um professor de idiomas? Quais as vantagens e desvantagens de se ter aulas com professores nativos ou brasileiros?

A professora de Idiomas Elida Rabelo procura responder essas e outras questões relacionadas ao aprendizado de novas línguas

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Jornal Mural MPT-15 (11 de Julho)

Por problemas técnicos, essa edição acabou virando uma peça fantasma: Pronta para circular no dia 11 de Junho, acabou sendo adiada para o dia 17 do mesmo mês e ainda assim não circulou por falhas operacionais. Com o jornal ficando datado, acabou restrita somente ao arquivo digital, em formato PDF.

Jornal terceira edição

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TV – Como se destacar ao procurar o primeiro emprego?

Reportagem de Telejornalismo realizado em Junho de 2012 para disciplina do segundo ano de Jornalismo da Puc Campinas, com a temática: “Como se destacar ao procurar o primeiro emprego?”

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A moda é precarizar – Revista Labor

Matéria publicada na revista Labor, de Junho de 2013, sobre a terceirização no setor elétrico. A reportagem encontra-se nas páginas 30 e 31 do arquivo em PDF

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Jornal Mural MPT-15 (24 de Junho)

Jornal Terceira EdiçãoTerceira edição do Jornal Mural PRT-15, de 24 de Junho de 2013

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Jornal Mural MPT-15 (18 de Junho)

Jornal Mural PRT-15 (18/06)

Jornal Mural PRT-15 (18/06)

Essa é a segunda edição do Jornal Mural MPT-15, voltado para a comunidade interna do Ministério Público do Trabalho de Campinas e suas procuradorias regionais.

Edições Anteriores:

03 de Junho de 2013

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Jovens fazem opções menos saudáveis na alimentação por falta de tempo

Almoçar fora de casa todos os dias é um hábito que tem se tornado cada vez mais comum nos grandes centros urbanos, principalmente entre os jovens, resultado da rotina atribulada que eles vivenciam, tendo que correr entre aulas e estágios, muitas vezes com curtos intervalos para se alimentarem, em média 30 minutos, um tempo escasso que resulta muitas vezes em uma má alimentação e, ao longo prazo, pode originar problemas como colesterol alto, hipertensão, diabetes e sobrepeso.

A pressão do tempo é uma constante na vida de estudantes universitários que trabalham, como é o caso da estudante de jornalismo Gabriela Branco Meneguim, 20, estagiária em uma agência de comunicação e que possui apenas 20 minutos de intervalo para almoçar entre sair da faculdade e pegar um ônibus para seu estágio. Marcella Di Salvi, 23, estagiária de direito no Ministério Público do Trabalho de Campinas, é outra que tem um tempo reduzido para o almoço, em média 15 minutos por dia, oq eua leva a optar por restaurantes fast food duas vezes por semana pela praticidade e agilidade.

Assim, além de se preocuparem com suas tarefas acadêmicas e profissionais, os jovens acabam encarando mais uma questão: A qualidade de suas refeições no dia a dia. É possível ter uma alimentação saudável dentro dessa rotina atribulada?

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O radicalismo e a razão distorcida

Na semana passada, falei sobre os teóricos das conspirações que, na ânsia de provarem seus pontos, inventam dados, distorcem informações ou falam apenas meia verdade, não aceitando que alguém tenha um argumento mais racional que contradizem algum elemento apontado por esses teóricos como verdade absoluta.

Hoje, quero falar sobre outra forma de manifestar a sua opinião de forma extrema, tão distorcida que esquece de enxergar o todo, ou acham que sua vontade, sua opinião, tem que ser aceita por todo mundo, não aceitando que possa existir um conjunto maior. Não muito diferente dos já citados fãs das teorias das conspirações, não?

Falo de integrantes mais radicais de determinadas ONGs. Não que todos que integrem ONGs o sejam, que fique claro. Mas hoje soube de um movimento que uma ONG protetora de animais está fazendo em repúdio aos maus tratos. Falando somente assim, eu apoiaria qualquer manifestação da ONG, afinal, repudio todas as formas de maus tratos, não somente contra gatos e cachorros, mas contra todas as formas de vida, incluindo nós, seres humanos, a não ser que seja um Hitler ou Bin Laden da vida…

O problema é o foco desse movimento. Todos domingos, no principal ponto de lazer da cidade, são vendidos (e doados também), filhotes de cachorros, SRDs, de raças, e também alguns adultos que são colocados para adoção. Esse grupo é contra isso, contra esse comércio de animais, alegam que isso é judiar dos pobres cachorrinhos, Tudo bem, argumento válido, embora não totalmente corretos.

Agora, vamos fazer um exercicio de imaginação. Suponha que meu carro esteja parado na frente de uma escola de idioma, de forma legal, e outro motorista vem da rua e bate no meu carro. Com quem que eu tenho que falar? Com quem bateu no meu carro, ou ir ali reclamar na escola de idioma que “é um absurdo isso, voces tem que tomar alguma atitude, vocês tem que pagar o dano, não o dono do outro carro!”

É isso que essa ONG está fazendo. Como os animais são vendidos na calçada em frente a uma escola de idioma, a ONG pensou: “Essa escola é inimiga dos animais!”

Vamos ter foco, por favor? O que a escola de idioma tem a ver com isso? Adianta publicar milhares de protestos contra a escola, criar hashtags reclamando, se essa venda de animais não é feita por ninguém vinculado à tal escola? Calçada é um espaço público, se alguém está fazendo algo ilegal na frente de uma empresa, é mais fácil essa empresa ser vítima, por ser vinculada a algo imoral involuntariamente, ou pelos menos ser negligente, mas de nada protestar contra uma empresa fará com que isso acabe.

E sinceramente? Esse protesto está parecendo tempestade demais em um copo d´agua. A escola se manifestou em nota oficial, e ela levanta um ponto importante: “Na cidade existe centenas de pet shops que vendem animais, centenas de criadores que também vendem, porque eles resolveram comprar briga com uma empresa envolvida indiretamente nisso?”

Acho que está faltando um pouco de bom senso nessa ONG nesse protesto.